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segunda-feira, 12 de março de 2012



“Geração vai e geração vem,

mas a terra permanece para sempre.

Levanta-se o sol e põe-se o sol

e volta ao seu lugar onde nasce de novo.

O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte,

volve-se e revolve-se na sua carreira e retorna ao seu circuito.

Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche.

Ao lugar para onde correm os rios,

pra lá tornam eles a correr.

Todas as coisas são canseiras,

tais que ninguém as pode exprimir.

Os olhos não se fartam de ver,

nem se enchem os ouvidos de ouvir.

Que foi, e o que há de ser,

e o que se fez, isso tornará a fazer.

Não há pois novo debaixo do sol.

Há alguma coisa de que se possa dizer:

Vê, isto é novo?

Já foi nos séculos que foram antes de nós.

Já não há lembrança das cousas que precederam e

das coisas posteriores também não haverá memória

entre os que hão de vir depois dela.

De tudo que se tem ouvido, a suma é:

Teme a Deus e

Guarda seus mandamentos,

porque isto é dever de todo homem.

Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras,

até as que estão escondidas,

quer sejam boas, quer sejam más.”

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